domingo, 10 de diciembre de 2017

NIL BERNARDES - HISTÓRIA

Nil Bernardes é um paulistano que aos três anos de idade já cantarolava ao som do saxofone de seu pai. Sua primeira experiência de palco foi no clube Lapeaninho, no bairro da Lapa em São Paulo, onde com apenas quatro anos venceu um concurso de calouros. Teve uma infância igual a toda criança de periferia. As peladas na rua de terra, soltar pipa e cantar faziam parte do seu dia-a-dia. Os festivais da escola quase sempre eram ganhos por ele, pois aos doze já compunha e sonhava em ser um artista famoso. Seu primeiro grupo musical chamava-se Jovens Atuais, formado por Nil, Luizinho, Toninho, Zé Oscar (Pixilinga).

Trabalhou como office boy e também no Banco Bamerindus. Preparava-se para cursar o primeiro ano de Comunicações na FIAM quando reencontrou Antonio Luiz (Tic-Tic), um amigo de infância que cantava na noite e o convidou para ir a uma casa noturna vê-lo cantar. Dois dias depois, Nil apareceu por lá e deu uma 'canja'. A dona da casa ficou impressionada e o convidou para cantar profissionalmente. Uma semana depois, trancou a matrícula na Faculdade, pediu demissão no Banco e foi cantar na noite.

Logo depois conheceu Marco Silvestre que o apresentou ao Terry Winter, que estava precisando de um contrabaixista na sua banda. Nil foi se integrar ao grupo do Terry e viajar por vários estados e países, se apresentando como contrabaixista e vocalista. Nascia então uma parceria musical que duraria 15 anos. Sua primeira experiência em disco foi uma participação especial num compacto do Terry pela New Records Copacabana, em 1980, com o pseudônimo de Neil Bernard. Juntos compuseram mais de 100 músicas. Alguns sucessos dessa parceria foram Look at me, Once more a fool, Filho Pródigo, Mãe de Leite, Sonho de um Caminhoneiro e Tributo a um Caminhoneiro, este último levou a gravadora Copacabana a convidá-lo a gravar um disco em 1983.

Contratado pelo então diretor artístico Luiz Mocarzel, gravou dois compactos pela Copacabana - A Menina do Banco (Nil Bernardes/Paulo Ricardo/João Bravo), Por Você Fiquei Pirado (Nil Bernardes/João Bravo/Moskemberg) e Lembra Eu Te Amo (Vers. Juvenal de Oliveira) e Algo Estranho e Louco (Nil Bernardes/Terry Winter). Luiz Mocarzel e Juvenal de Oliveira foram grandes incentivadores da sua carreira.


Em 1983, conheceu através do empresário Paulo Ricardo Cunha o ator Orival Pessini - criador do boneco Fofão - com quem faria uma parceria musical e de trabalhos, culminando com apresentações nos shows da Turma do Balão Mágico e Fofão e depois nos shows do Fofão e sua Turma.


Em 1989 lançou um LP pela gravadora Esfinge. Em 1992 venceu o 2° Festival Rímula de Músicas Regionais com a canção Sinfonia Sertaneja (Nil Bernardes/ Chico Valente), ganhando também o prêmio de melhor intérprete. Em 1993 gravaria pela San Francisco um LP cujo sucesso foi a música Raio de Sol.

Em 1995, juntamente com Luiz Schiavon e Marcelo Barbosa, trabalhou no projeto musical da novela O Rei do Gado culminando com a formação do grupo Orquestra da Terra, intérprete do tema de abertura da novela que foi ao ar em 1996 pela Rede Globo de Televisão.

Em 1998 lançou um CD com músicas voltadas ao movimento country pela gravadora RDS, através do grande produtor musical Manoel Barenbein, tendo em uma das faixas a música Sonho de Peão, uma parceria musical com o jornalista esportivo Juarez Soares. Seu currículo de autor inclui temas em novelas como O Rei do Gado (Abertura), Esperança (Abertura),Cabocla (Abertura), Sinhá Moça e Paraíso.

Como produtor e co-produtor de discos trabalhou com Leonardo, Zezé Di Camargo & Luciano,Bruno & Marrone, As Marcianas, Fofão, Donizetti, Gian & Giovani, Frank Aguiar, Joanna, Harmonia do Samba, Cézar & Paulinho, Terry Winter, Roberta Miranda, Antonio Fagundes, entre outros.

Atuando na área de dublagens como diretor e adaptador musical fez trabalhos como "Barney", "Pokémon", "Digimon", "Tartarugas Ninjas", "Bebê Lilly", "Zooboo Mafoo", "Seemore", "Vila Sézamo" e muito mais.

Integrante da 'Banda Domingão', Nil Bernardes procura conciliar as funções de cantor, músico, compositor e dublador da melhor maneira possível. Está presente também como colunista no Jornal Sertanejo (No Camarim com Nil Bernardes) e apresenta o programa "No Camarim com Nil Bernardes" pela www.vivanatv.com.br

Seja compondo, cantando ou produzindo, Nil diz que deveria ajoelhar no milho todas as noites e agradecer a Deus pelo dom e por tudo que tem recebido na vida.

domingo, 3 de diciembre de 2017

Ricco Duarte

Un poco de la historia de Ricco Duarte:


viernes, 24 de noviembre de 2017

QUARTETO DO RIO (EX-OS CARIOCAS) LANÇAM PRIMEIRO CD “Mr. BOSSA NOVA” COM PARTICIPAÇÃO DE ROBERTO MENESCAL, O HOMENGEADO DO DISCO

Mr. Bossa Nova é o primeiro CD do Quarteto do Rio, grupo vocal e instrumental criado pelos ex-integrantes do inigualável Os Cariocas, que fez história na música brasileira com o seu jeito marcante de harmonizar e interpretar. Este álbum, que chega às lojas pelo selo Mins, homenageia o grande músico Roberto Menescal, que completa 80 anos em 25 de outubro de 2017, com um repertório inteiro de sua autoria, sendo três inéditas, e participação dele em todo o disco.

Eloi Vicente (violão/voz) integrou Os Cariocas durante 22 anos, assim como Neil Teixeira (baixo/voz), por 21 anos, e Fabio Luna (bateria/voz), por seis anos. Os últimos discos na formação d´Os Cariocas foram o “Nossa Alma Canta” de 2010, vencedor do Prêmio da Música Brasileira como melhor grupo de MPB, com a participação de Elói e Neil como integrantes e arranjadores, e o “Estamos Aí”, de 2014, também finalista deste prêmio, já com Fábio Luna integrado à sua formação.

Com a morte do maestro Severino Filho em março de 2016, os outros três integrantes do grupo decidiram dar continuidade ao trabalho que vinha sendo feito, já que Eloi e Neil vinham fazendo arranjos para o grupo nos últimos anos. Com a informação, pela família de Severino, de que o nome Os Cariocas não poderia ser mais usado pelo grupo, resolveram então assumir a denominação Quarteto do Rio e prosseguir fazendo música vocal de qualidade – sem ressentimentos. Agora, contam também com Leandro Freixo (teclado/voz), pianista de mão cheia que tem influência jazzística, além de ocupar muito bem o falsete antes executado pelo Severino, para levar adiante o trabalho do grupo e continuar fazendo, com esta nova formação, nos palcos e em gravações, música com a qualidade e o esmero sempre exigido pelo seu público por todos esses anos.

“De 1995 até 2016, só havia tido duas modificações n’Os Cariocas. Dois meses após a partida do Severino, e pensando na continuação do grupo, iniciamos testes com pretendentes e Leandro foi o escolhido. Para nossa sorte, musicalmente, o entrosamento aconteceu e ele se tornou grande parceiro de palco, papos e ensaios, formando conosco o Quarteto do Rio”, conta Neil Teixeira.

“Pra mim foi uma alegria entrar para este grupo importantíssimo de nossa música. Há um clima muito harmonioso e democrático de trabalho e convivência que, tenho a impressão, é uma tradição que já existia naturalmente antes. É um grupo que se auto-dirige e onde todas as decisões são tomadas em conjunto. Então, já entrei me sentindo parte do quarteto”, conta Leandro Freixo.


O repertório do disco foi pensado para homenagear em vida um dos maiores compositores da nossa música, Roberto Menescal, que já dividiu com eles tantas gravações de discos e tantos shows aqui e fora do Brasil. “Falamos com o Menescal que pretendíamos gravar alguns clássicos do seu repertório, mas também algumas coisas novas. E ele nos mandou doze musicas que não conhecíamos. Dessas, com muita dificuldade de ter que deixar várias de fora, escolhemos três, já que, no projeto original seria um disco com dez músicas. É um prazer enorme podermos passear sobre suas melodias e harmonias preciosas, clássicas e atuais, reverenciadas mundialmente, que lhe renderam o apelido de Mr. Bossa Nova”, explica Eloi Vicente.

“Esse CD é um grande presente que ganhei nesse meu niver. Sempre fui fanzão de vocal e, de repente, vi minhas músicas sendo gravadas por esse maravilhoso grupo! Fui também convidado por eles para participar das gravações colocando minha modesta guitarra, o que certamente me proporcionará muitas apresentações junto a eles. O que eu poderia querer mais?”, revela Menescal. O disco abre com a inédita “Ela quer Sambar”, de Roberto Menescal e Paulo Sérgio Valle, arranjo de Neil Teixeira num samba estilo gafieira, vocal na linha d`Os Cariocas e a guitarra elétrica e voz de Menescal. “Nós e o Mar”, de Roberto Menescal e Ronaldo Boscoli, uma bossa clássica já gravada por diversos artistas, menos pelo Os Cariocas, ganhou harmonia nova de Menescal, que participa da faixa fazendo o solo de guitarra, e “Um Tiquinho Só” é mais uma inédita, desta vez de Menescal e Andréa Amorim, cantora e compositora de Recife, com arranjo afoxé de Elói Vicente e a participação do Menescal na guitarra e voz. “Rio”, um dos maiores sucessos de Menescal e Boscoli na voz d'Os Cariocas, ganhou novo arranjo vocal e de base de Elói e tem Menescal cantando com eles.

Já “Ah Se Eu Pudesse”, outra bossa clássica de Menescal e Bôscoli, tem arranjo de Neil Teixeira e solo de flauta baixo de Fabio Luna. A balada “A Volta”, uma das músicas preferidas de Menescal com linda letra de Bôscoli, tem arranjo de Elói e já foi gravada por Elis Regina e Toots Thielemans. O medley “O Barquinho/Você” traz duas das mais conhecidas músicas da dupla Menescal e Bôscoli, com arranjo de Elói à capella. "A Morte de Um Deus do Sal", de Menescal e Boscoli, arranjo de Neil Teixeira e participação de Menescal na guitarra, foi gravada muitas vezes apenas instrumental e aqui o grupo deu ênfase a esse aspecto. Vem como brinde para os fãs saudosos d´Os Cariocas e também para os novos já conquistados em vários shows. “Você me Ganhou”, a terceira inédita, de Menescal e Paulo Sérgio Valle, é outra com cara de bossa clássica, com voz, violão e guitarra elétrica de Menescal.

O álbum fecha com o clássico “Bye Bye Brasil”, de Chico Buarque e Menescal, arranjo do Eloi Vicente e guitarra elétrica do homenageado. Essa música, feita sob encomenda para o filme de Cacá Diegues, foi o primeiro encontro de Chico e Menescal num jantar organizado pelo diretor para apresentá-los sem que eles soubessem. Menescal conta que a letra chegou ao último minuto. A música iria para o filme de forma instrumental por causa da demora da letra. Chico entrou no estúdio durante a gravação com a letra, que era muito maior do que a versão que foi gravada. Cortaram na hora, gravaram, e foi um enorme sucesso.

E já tem vídeos rolando no canal do youtube e site do grupo. Lá você pode ver o vocal de “O Barquinho/Você”, o vídeo de “A Morte de Um Deus de Sal”, com participação de Menescal, e o vídeo lyric de “Um tiquinho Só”.


domingo, 19 de noviembre de 2017

Ordinarius em "Coração" (Synval Silva)

É com muito orgulho que apresentamos mais um pouquinho do nosso "Notável", que chega às lojas e plataformas digitais agora em dezembro. Desta vez a música é "Coração", de Synval Silva. Lançada por Carmen Miranda nos anos 30 ganha nova versão repleta de sentimento no arranjo e interpretação do Ordinarius.

Arranjo, Produção e Direção Musical: Augusto Ordine
Ordinarius: Augusto Ordine, Maíra Martins, Mateus Xavier, Matias Correa, Fabiano Salek, Fernanda Gabriela e Rebeca Vieira
Produção Executiva: Maíra Martins
Direção e edição de vídeo: Mateus Xavier
Câmeras: Mateus Xavier, Maíra Martins, Matias Correa, Augusto Ordine e Fabiano Salek Agradecimentos: Ricardo Calafate (Estúdio Umuarama).


Fuente: www.ordinarius.com.br

jueves, 2 de noviembre de 2017

Homenaje al Perú con Kevin Salcedo

Llego el cover Homenaje a mi querido Perú que junto a mi hermano Carlos Méndez Aranda realizamos con mucho feeling, un arreglo de tres temas símbolos de nuestra música criolla y que mejor para el sentimiento patrio de corazones blanquirrojos en estos días de clasificación al mundial.

Un Agradecimientos infinito a mis hermanos Luis Miguel Miranda Bazán, Kevin Velasquez, Eileen Castillo (modelo), Vicente Cueva, Nestor Alonso Vasquez Novoa, Cristhian Lopez Vera (Camaras) que sin ellos nada esto tendría vida, mi respeto y cariño a todo su talento.

KEVIN SALCEDO

Musicos:
Voz : Kevin Salcedo Honores
Voz : Carlos Méndez Aranda
Piano: Kevin Velazques
Guitarra: Vicente Cueva
Cajon: Alonso Novoa




Canal de Kevin Salcedo:
https://www.youtube.com/channel/UC6f1rZ4YnEk0EFmokSB28_A

miércoles, 1 de noviembre de 2017

Club de Choro de Buenos Aires

El Club de Choro de Buenos Aires es un colectivo de músicos reunidos con el objeto de tocar, estudiar, componer, difundir y representar esta música maravillosa; que luego de un siglo y medio de existencia continúa mas viva que nunca.




El carácter inclusivo de la agrupación busca que cualquier músico interesado pueda formar parte de las tradicionales “rodas” que se realizan frecuentemente en distintos puntos de la Ciudad de Buenos Aires.



Asimismo el Club plantea diversas actividades de formación y difusión, tales como eventos y talleres, pudiendo en algunas ocasiones convocar a grandes maestros del género con el objeto de continuar el desarrollo musical de los integrantes.

Fan Page Club de Choro de Buenos Aires:  https://www.facebook.com/clubdechoro/

domingo, 29 de octubre de 2017

Raúl García Zárate: falleció guitarrista de música andina a los 85 años

El guitarrista de música andina Raúl García Zárate falleció este domingo víctima de una severa neumonía. El abogado y concertista ayacuchano tenía 85 años. A través de Facebook, su hijo señaló que el músico murió en el hospital Rebagliati.

"Como hijo, tengo el doloroso deber de informarles por este medio que mi padre, Raúl García Zarate, gran exponente de la música andina, ha fallecido la tarde de hoy en el hospital Rebagliati por una neumonía severa. Ahora él se encontrará con Dios y con mi madre. Agradezco a todos por sus oraciones y su apoyo en este duro momento", detalló.


Raúl García Zárate fue reconocido en el 2001 como "Patrimonio Cultural Vivo de la Nación" por el desaparecido Instituto Nacional de Cultura. Recibió también de la Presidencia de la República la condecoración de la Orden del Servicio Civil del Estado en el Grado de Comendador y el Ministerio de Educación le otorgó las Palmas Magisteriales en el Grado de Amauta, por su extraordinario aporte a la cultura y al arte popular.

El maestro además ha registrado en Perú, México, Alemania, Francia, Estados Unidos, Japón y Argentina 40 álbumes, y será recordado por el popular tema "Adiós pueblo de Ayacucho".


sábado, 28 de octubre de 2017

Lançamento do CD Notável - Ordinarios

Queridos amigos, estamos muito felizes de anunciar o lançamento do CD Notável.

Dorival Caymmi, Ary Barroso, Braguinha, Luiz Peixoto, Vicente Paiva e Sinval Silva serão alguns dos compositores cantados em arranjos originais nesta homenagem à Carmen Miranda e toda a riqueza da Música Popular Brasileira dos anos 1930 e 1940.

Um grande abraço em todos e até breve,
Ordinarius.

Fuente: https://www.ordinarius.com.br/


martes, 24 de octubre de 2017

Conversiones con Madueño & De Martis

Conversiones es una nueva producción que lleva a la tradición peruana hacia nuevas dimensiones presentando a los más reconocidos valses peruanos en estilos andinos y afroperuanos con toques de sonidos del mundo como el jazz, pop y la música latina. Una sonoridad cosmopolita que conecta culturas y generaciones.

Fuente : https://joseluismaduenomusic.com/album/388739/conversiones?autostart=true

Bossa`s Soul, lo nuevo de Patricia Fuertes

Los grandes hits del soul con el alma de la bossa nova. Notas al Album: En este Album, Patricia interpreta algunos grandes hits del soul en el cadencioso y exuberante ritmo de la bossa nova. Se escucharán canciones inolvidables que hicieran famosos los íconos de este género como Aretha Franklin, Al Green, Ray Charles, Stevie Wonder, Sam Cook, Etta James, entre otros, siempre en tiempo de bossa nova, creando un universo de colores y sabores musicales único.

Patricia Fuertes es una de las voces más bellas, versátiles y vitales que actualmente tiene la escena musical peruana. Bien ubicada en el jazz y la bossa nova, su trabajo musical re-crea géneros y estilos diversos, obteniendo sonidos y colores musicales que evocan la libertad, el ritmo, la cadencia y alegría de los ritmos de la América del Sur. Ha desarrollado una fructífera y exitosa carrera musical, tanto como solista y también en colaboración con destacados artistas y agrupaciones musicales, que la han llevado a pasear su arte a nivel nacional como internacional, cosechando triunfos y reconocimientos. Actualmente es una artista con más de 10,000 oyentes mensuales en Spotify. En los últimos años, ha desarrollado un interesante trabajo de fusión de bossa nova, jazz y música afroperuana, habiendo grabado 5 albumes musicales.

BOSSA´S SOUL se constituye en su quinto Album musical, el mismo que se incluye dentro de la línea de la llamada Bossa Nova - fusión.

Spotify - https://open.spotify.com/album/2Ji4pwIwYcRHgXNdoAVZJa

Fuente: https://www.facebook.com/patriciafuertesoficial/


La música brasileña en Perú en los años 60

Bossa 70 fue una creación de Nilo Espinoza, un músico peruano con un corazón brasileño. Nilo, un músico de formación clásica, fue el mejor flautista en Perú en 1960. En 1961 fue honrado con una beca a Austria para estudiar clases avanzadas de su instrumento, así como otros tipos de instrumentos de viento. Vivió en Europa durante cinco años. Fue durante ese tiempo que desarrolló una profunda atracción por todas las formas del lenguaje del jazz.

Cuando regresó a Perú, en 1966, Nilo se acercó a los mejores músicos que pudo encontrar para formar un grupo para tocar jazz y Bossa-nova, la nueva locura musical de Brasil.

Muy pronto descubrieron que no había demasiados seguidores para sus estilos musicales preferidos. El grupo decidió tocar música de baile popular a tiempo parcial para que todos en la banda pudieran ganarse la vida. La banda tenía a Nilo Espinoza, en el saxo tenor y flauta, Alfredo Ginoccio, tocando trompeta y trombón, Otto de Rojas, en el piano y órgano, Enrique Suescum, en bajo eléctrico y acústico, y Tito Cruz en la batería. Llamaron al grupo Los Hilton's, porque obtuvieron un concierto como banda de la casa en el mejor Hotel Internacional en Lima, Perú, llamado "Hilton".

Tenían varios cantantes durante el tiempo que tocaron en el Hilton. Esta era su mayor debilidad, ya que era difícil encontrar un cantante que se sintiera cómodo cantando jazz y Bossa-nova, así como música popular.

En 1967 grabaron un juego largo con el nombre de Los Hilton's, que se volvió extremadamente raro, ya que el sello discográfico peruano imprimió solo 200 copias. Las pistas en el álbum son una compilación de composiciones originales con algunas canciones populares, tocadas en el estilo de The Hilton.

En 1968 el grupo se puso ocupado dando conciertos de jazz y Bossa nova. Decidieron cambiar su nombre a Bossa 70, para reflejar el estilo musical que iban a ofrecer, especialmente después de que su cantante principal fuera reemplazada por Carmen Rosa Basurco. Carmen Rosa era una hermosa mujer negra que podía cantar en inglés, portugués y español, y, además, tenía una personalidad electrizante con buen control del público.

Como medio para promocionar su nuevo nombre, el grupo grabó un mini-lp con cuatro canciones fantásticas. Se presionaron 100 copias y se otorgaron como premio durante los conciertos y para amigos personales y familiares.

En 1970, para conmemorar el aniversario de la banda, grabaron una larga lista para Phillips, representada por El Virrey en Perú. La etiqueta presionó 300 copias que se vendieron rápidamente. Contiene las canciones Berimbao, Me quedo con el Shing-a-ling, Sal de mi camino, etc ... True Bossa-nova, Latin Jazz y funk. Vale la pena mencionar que Enrique "Pico" Ego Aguirre, líder de Los Shain 'sy Pax, fue el guitarrista principal durante esta sesión.

En 1972, los miembros siguieron sus propios caminos musicales. Nilo Espinoza formó una nueva versión de Bossa 70 y la llamó: Nil 's Jazz Ensemble. Esta banda fue a grabar el único jazz funk lp de Perú.

Fuente: http://www.incarock.com/latin/lsbio/lsbio4.htm


Artículo compartido por : Andy Jhoel Conche Rojas